O Ministério da Cultura procedeu a entrega do premio Nacional de cultura e artes em diversas disciplinas artísticas. A gala de entrega dos prémios contou com as presenças do primeiro-ministro, António Paulo Kassoma, da ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, da governadora de Luanda, Francisca do Espírito Santo, entre outros convidados.
Além dos diplomas, os contemplados receberam igualmente uma estatueta de prata e um cheque de 35 mil dólares, cada um.
A disciplina de Literatura foi ganha pelo escritor João Melo, pelo conjunto da sua obra, enquanto da música o vencedor foi Carlos Burity.
Para a disciplina de teatro, o júri presidido por Mário Pinto de Andrade atribuiu o prémio ao grupo Miranges Teatro e na categoria de dança o prémio foi para o grupo de dança da Lunda Norte Akixi&Cianda.
No domínio da investigação em ciências sociais e humanos o prémio foi para o investigador Carlos Serrano.
Esse ano o sector audiovisuais não teve vencedor por falta de qualidade nas obras apresentadas ao jurado.
Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos e os novos desafios da imprensa: Que expectativas e saídas?
Está aberta a campanha para a liderança do sindicato dos jornalistas angolanos, uma das mais representativas organizações socioprofissional dos fazedores de jornalismo em Angola.
A tão adiada e ao mesmo tempo esperada, quarta assembleia-geral do sindicato prevista para os dias 13 e 14 deste mês, pode configurar um novo rumo na organização, num momento de grandes desafios para a comunicação social angolana.
Nos termos rigorosos dos estatutos, uma assembleia-geral devia ter lugar há dois anos, tendo em conta que a última aconteceu de 15-17 de Novembro de 2004.
A média estatal, busca sair do “colete-de-forças” em que se vê mergulhada, para se afirmar cada vez mais publica, apesar das resistências
A imprensa privada que ainda vai resistindo, procura sair do foco em que se encontro, do aperto financeiro, da falta de publicidade e dos ditames dos endinheirados patrões que num ápice ergueram barricadas de controlo dos conteúdos, especialmente aqueles críticos da situação e dos seus agentes directos ou indirectos.
Há agora, de facto, o risco do desemprego para os colegas que não aceitarem a linha editorial dos novos patrões que compram os semanários.
A preocupação quanto a sobrevivência de alguns órgãos é tanta, que confrades brasileiros lançaram recados a navegação sobre a necessidade de haver liberdade de imprensa, pouca pressão entre outros assuntos.
Na busca de temas relevantes para a discussão, para alem da questão da eleição de um novo corpo directivo, sabemos que a Comissão Deontológica entendeu submeter à deliberação do fórum magno um conjunto de assuntos: a polémica das entrevistas imaginárias (entre a factualidade e a criatividade); a noção da confraternidade; a questão dos ‘comités de especialidade’; o vírus da promiscuidade; o poder do Conselho nacional da comunicação social.
Salta a vista que o sindicalismo angolano, na sua generalidade, parece sofrer da apatia, o que não deixa de afectar os jornalistas. Seria uma falta impressão?
Quanto ao congresso propriamente dito, este é maçado por muita expectativas. Em que pé está a preparação? No plano dos delegados? Da sua acomodação? Do local das reuniões? Da sustentação financeira e outros suportes materiais?
Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos e os novos desafios da imprensa: Que expectativas e saídas?
0 Comentários
Para deixar comentários ao site deve iniciar uma sessão com a sua autenticaçãoAutenticação