Trinta e três cidadãos estrangeiros foram detidos nos últimos sete dias, pelo Comando Provincial do Zaire da Polícia Nacional, por tentativa de travessia ilegal na fronteira Angola/República Democrática do Congo.
Uma nota de imprensa da polícia nacional chegada à Angop, em Mbanza Kongo, indica que a detenção desses cidadãos estrangeiros, sendo 30 da RDC e um do Congo Brazzaville, resulta das nove infracções fronteiriças registadas durante a semana.
Segundo o documento, os referidos imigrantes ilegais foram detidos nas localidades fronteiriças de Mpala (Nóqui), Luamba e ponta de Padrão, no município do Soyo, quando tentavam se introduzir no território nacional.
"Todos já foram entregues à Direcção Provincial dos Serviços de Migração e Estrangeiros para o devido tratamento", sustenta a nota.
A província do Zaire partilha 330 quilómetros de fronteira com a região do Baixo Congo Democrático, República Democrática do Congo.
Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos e os novos desafios da imprensa: Que expectativas e saídas?
Está aberta a campanha para a liderança do sindicato dos jornalistas angolanos, uma das mais representativas organizações socioprofissional dos fazedores de jornalismo em Angola.
A tão adiada e ao mesmo tempo esperada, quarta assembleia-geral do sindicato prevista para os dias 13 e 14 deste mês, pode configurar um novo rumo na organização, num momento de grandes desafios para a comunicação social angolana.
Nos termos rigorosos dos estatutos, uma assembleia-geral devia ter lugar há dois anos, tendo em conta que a última aconteceu de 15-17 de Novembro de 2004.
A média estatal, busca sair do “colete-de-forças” em que se vê mergulhada, para se afirmar cada vez mais publica, apesar das resistências
A imprensa privada que ainda vai resistindo, procura sair do foco em que se encontro, do aperto financeiro, da falta de publicidade e dos ditames dos endinheirados patrões que num ápice ergueram barricadas de controlo dos conteúdos, especialmente aqueles críticos da situação e dos seus agentes directos ou indirectos.
Há agora, de facto, o risco do desemprego para os colegas que não aceitarem a linha editorial dos novos patrões que compram os semanários.
A preocupação quanto a sobrevivência de alguns órgãos é tanta, que confrades brasileiros lançaram recados a navegação sobre a necessidade de haver liberdade de imprensa, pouca pressão entre outros assuntos.
Na busca de temas relevantes para a discussão, para alem da questão da eleição de um novo corpo directivo, sabemos que a Comissão Deontológica entendeu submeter à deliberação do fórum magno um conjunto de assuntos: a polémica das entrevistas imaginárias (entre a factualidade e a criatividade); a noção da confraternidade; a questão dos ‘comités de especialidade’; o vírus da promiscuidade; o poder do Conselho nacional da comunicação social.
Salta a vista que o sindicalismo angolano, na sua generalidade, parece sofrer da apatia, o que não deixa de afectar os jornalistas. Seria uma falta impressão?
Quanto ao congresso propriamente dito, este é maçado por muita expectativas. Em que pé está a preparação? No plano dos delegados? Da sua acomodação? Do local das reuniões? Da sustentação financeira e outros suportes materiais?
Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos e os novos desafios da imprensa: Que expectativas e saídas?
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