Mais dois novos casos de poliomielite foram notificados em Junho, no país, perfazendo um total de 17 confirmados desde o início deste ano.
Segundo a chefe do Programa Alargado de Vacinação (PAV), Alda Morais, os dois casos foram notificados nos municípios do Chitato, Lunda Norte, e Dala, Lunda Sul.
Os 17 casos ficaram assim distribuídos: Lunda Norte (10), Lunda Sul (2), Luanda (2), Bengo, Huambo e Bié cada com um.
De acordo com Alda Morais, presume-se que a Lunda Norte tenha maior número de casos devido à baixa cobertura de vacinação de rotina e a fraca qualidade das jornadas.
Devido ao surgimento destes casos, as autoridades sanitárias decidiram realizar uma campanha de emergência de vacinação nos dias 06, 07 e 08 de Agosto de 2010.
Segundo a fonte, todas as crianças devem apanhar pelo menos quatro doses de vacinas de poliomielite oral.
A poliomielite é uma doença causada por um enterovirus denominado poliovirus selvagem e é mais frequente em crianças.
Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos e os novos desafios da imprensa: Que expectativas e saídas?
Está aberta a campanha para a liderança do sindicato dos jornalistas angolanos, uma das mais representativas organizações socioprofissional dos fazedores de jornalismo em Angola.
A tão adiada e ao mesmo tempo esperada, quarta assembleia-geral do sindicato prevista para os dias 13 e 14 deste mês, pode configurar um novo rumo na organização, num momento de grandes desafios para a comunicação social angolana.
Nos termos rigorosos dos estatutos, uma assembleia-geral devia ter lugar há dois anos, tendo em conta que a última aconteceu de 15-17 de Novembro de 2004.
A média estatal, busca sair do “colete-de-forças” em que se vê mergulhada, para se afirmar cada vez mais publica, apesar das resistências
A imprensa privada que ainda vai resistindo, procura sair do foco em que se encontro, do aperto financeiro, da falta de publicidade e dos ditames dos endinheirados patrões que num ápice ergueram barricadas de controlo dos conteúdos, especialmente aqueles críticos da situação e dos seus agentes directos ou indirectos.
Há agora, de facto, o risco do desemprego para os colegas que não aceitarem a linha editorial dos novos patrões que compram os semanários.
A preocupação quanto a sobrevivência de alguns órgãos é tanta, que confrades brasileiros lançaram recados a navegação sobre a necessidade de haver liberdade de imprensa, pouca pressão entre outros assuntos.
Na busca de temas relevantes para a discussão, para alem da questão da eleição de um novo corpo directivo, sabemos que a Comissão Deontológica entendeu submeter à deliberação do fórum magno um conjunto de assuntos: a polémica das entrevistas imaginárias (entre a factualidade e a criatividade); a noção da confraternidade; a questão dos ‘comités de especialidade’; o vírus da promiscuidade; o poder do Conselho nacional da comunicação social.
Salta a vista que o sindicalismo angolano, na sua generalidade, parece sofrer da apatia, o que não deixa de afectar os jornalistas. Seria uma falta impressão?
Quanto ao congresso propriamente dito, este é maçado por muita expectativas. Em que pé está a preparação? No plano dos delegados? Da sua acomodação? Do local das reuniões? Da sustentação financeira e outros suportes materiais?
Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos e os novos desafios da imprensa: Que expectativas e saídas?
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