Seca e chuvas torrenciais provocam fome em pelo menos três províncias de Angola: Bengo, Zaire e Cunene.
Mais de 8 mil pessoas estão a passar fome na comuna de Kikabo, devido à seca que assola a província do Bengo, no nordeste de Angola, vizinha da província de Luanda.
O governo provincial, dirigido pelo antigo Ministro das Relações Exteriores, João Bernardo Miranda, pede ajuda de urgência.
Também na província do Zaire, a norte de Angola, milhares de pessoas estão a abandonar as suas localidades devido à seca e escassez de água, registada desde o inicio da época do "cacimbo" ou estação seca.
Já no sul do país, na província de Cunene, a fome é provocada pelas chuvas torrenciais e inundações, que se têm abatido sobre a região, destruindo as culturas.
Este é o terceiro ano consecutivo, em que a província do Cunene, (situada perto do deserto do Namibe e da fronteira com a Namíbia) regista chuvas torrenciais.
No ano passado, a chuva causou a morte de pelo menos 20 pessoas, destruiu 106 escolas e deixou 22 mil pessoas desalojadas.
O que fazer para que tudo ocorra na normalidade?" Este será o tema do fórum aqui na Emissora Católica de Angola, a partir das sete horas e trinta minutos.
Os vendedores do mercado Roque Santeiro podem começar hoje a dizer adeus àquele espaço.
O Governo de Luanda revelou recentemente que a transferência definitiva dos vendedores do Roque Santeiro para o mercado do Panguila começa hoje e termina no próximo domingo.
Entre a insatisfação e a revolta, alguns (mas quase todos) os vendedores do Roque Santeiro falam da falta de espaço no mercado do Panguila e sentem o seu futuro ameaçado. Porquê? Porque o Roque Santeiro é a sua única fonte de sustento.
Trata-se de um jornal comunitário de informação geral e vai cuidar da vida da comunidade do bairro operário, Gika e Valodia.
Paulo Mateta, director interino do mensário disse na apresentação do BêO jornal que para além do informativo será um periódico de formação aos citadinos, preenchendo as suas editorias dentro dos parâmetros do melhor jornalismo cuja missão é de informar sem sensacionalismo e especulação.
Paulo Mateta disse por outro lado que o jornal vai privilegiar a informação de destaque, sem desprezar a conhecimento com objectividade.
Construções de casas obrigam encerramento de cemitério em Benguela.
Administração inicia mega exumação de ossadas humanas. São cerca de trezentas ossadas que estão a ser retiradas das imediações do aeroporto das acácias rubras.
O aumento de construções obrigou a medida das autoridades de Benguela.
Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos e os novos desafios da imprensa: Que expectativas e saídas?
Está aberta a campanha para a liderança do sindicato dos jornalistas angolanos, uma das mais representativas organizações socioprofissional dos fazedores de jornalismo em Angola.
A tão adiada e ao mesmo tempo esperada, quarta assembleia-geral do sindicato prevista para os dias 13 e 14 deste mês, pode configurar um novo rumo na organização, num momento de grandes desafios para a comunicação social angolana.
Nos termos rigorosos dos estatutos, uma assembleia-geral devia ter lugar há dois anos, tendo em conta que a última aconteceu de 15-17 de Novembro de 2004.
A média estatal, busca sair do “colete-de-forças” em que se vê mergulhada, para se afirmar cada vez mais publica, apesar das resistências
A imprensa privada que ainda vai resistindo, procura sair do foco em que se encontro, do aperto financeiro, da falta de publicidade e dos ditames dos endinheirados patrões que num ápice ergueram barricadas de controlo dos conteúdos, especialmente aqueles críticos da situação e dos seus agentes directos ou indirectos.
Há agora, de facto, o risco do desemprego para os colegas que não aceitarem a linha editorial dos novos patrões que compram os semanários.
A preocupação quanto a sobrevivência de alguns órgãos é tanta, que confrades brasileiros lançaram recados a navegação sobre a necessidade de haver liberdade de imprensa, pouca pressão entre outros assuntos.
Na busca de temas relevantes para a discussão, para alem da questão da eleição de um novo corpo directivo, sabemos que a Comissão Deontológica entendeu submeter à deliberação do fórum magno um conjunto de assuntos: a polémica das entrevistas imaginárias (entre a factualidade e a criatividade); a noção da confraternidade; a questão dos ‘comités de especialidade’; o vírus da promiscuidade; o poder do Conselho nacional da comunicação social.
Salta a vista que o sindicalismo angolano, na sua generalidade, parece sofrer da apatia, o que não deixa de afectar os jornalistas. Seria uma falta impressão?
Quanto ao congresso propriamente dito, este é maçado por muita expectativas. Em que pé está a preparação? No plano dos delegados? Da sua acomodação? Do local das reuniões? Da sustentação financeira e outros suportes materiais?
Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos e os novos desafios da imprensa: Que expectativas e saídas?