O Papa Bento apelou aos pais que eduquem os seus filhos para a fraternidade universal porque todos os homens e mulheres são chamados á salvação.
O Santo Padre deixou esta recomendação, num extracto da sua homilia, em Francês, na Praça de São Pedro, este domingo, durante a missa alusiva à Festa de Nossa Senhora Rainha do Mundo.
Antes da oração do Angelus, Bento XVI deixou votos de que "os homens se persuadam que neste mundo temos de ajudar-nos uns aos outros, como irmãos, para construir a civilização do amor".
Já em francês, Bento XVI disse que os cristãos são chamados a "acolher as legítimas diversidades humanas, seguindo Jesus, que veio unir os homens de todas as nações e todas as línguas".
Nesse contexto, apelou aos pais para que eduquem os seus filhos para a "fraternidade universal".
"Os textos litúrgicos deste dia recordam-nos que todos os homens são chamados à salvação. É também um convite a saber acolher as legítimas diversidades humanas, no seguimento de Jesus que veio congregar os homens de todas as nações e de todas as línguas".
As declarações do Papa surgem num momento em que se verifica o repatriamento de centenas de ciganos na França, determinado pelo governo de Nicolas Sarkozy, gesto já criticado pelo Vaticano. O executivo francês agravou a política contra os ciganos da Bulgária e da Roménia no final de Julho, desmantelando dezenas de acampamentos ilegais e anunciando que iria repatriar 700 para os seus países.
Nesta quarta-feira, O Papa Bento XVI dirigiu a sua homilia aos acólitos da Igreja Católica a quem pediu maior desempenho, devoção e fidelidade ao serviço do altar. O Santo Padre proferiu estas palavras durante a audiência geral que concedeu a mais de oitenta mil fiéis, na Praça de São Pedro, em Roma.
O Vaticano divulgou nesta terça-feira o tema escolhido por Bento XVI para a celebração do Dia Mundial da Paz 2011, que desta feita estará centrado na temática da liberdade religiosa.
A mensagem que o Papa vai escrever para esta ocasião tem como título "Liberdade religiosa, caminho para a paz".
A igreja alerta para "formas mais sofisticadas de discriminação e marginalização". A Margareth Nanga
Desde 2006, os temas escolhidos pelo actual Papa para a celebração de 1 de Janeiro foram a verdade, a dignidade da pessoa, a unidade da família humana, o combate contra a pobreza e o meio ambiente.
O papa Bento XVI começou com o período de férias no palácio apostólico de Castel Gandolfo, nos arredores de Roma.
Segundo comunicado do Vaticano, durante o período estival estão suspensas as audiências privadas e especiais, bem como as audiências públicas semanais de 14, 21 e 28 de Julho.
Este ano, ao contrário do que é habitual, Bento XVI não sairá de Roma.
O Papa agradeceu os diversos convites que recebeu para passar algumas semanas de descanso em diversas localidades dos Alpes, à imagem do que aconteceu no passado, mas revelou preferir “começar imediatamente o período estival de repouso e estudo sem o compromisso de outras viagens”.
A Igreja Católica é, no mundo, uma grande força renovadora graças à força do Evangelho.
A afirmação é do Papa Bento XVI, durante a oração das primeiras vésperas a que presidiu, em alusão à solenidade dos apóstolos São Pedro e São Paulo, que hoje se celebra.
O Santo Padre reconheceu que a Missão de Cristo Redentor confiada à Igreja está bem longe do seu pleno cumprimento.
Numa altura em que a Igreja católica celebra a festa de são Pedro apóstolo, hoje, terça-feira 29 de Junho de 2010, e conforme a tradição, o Arcebispo de Luanda recomenda que o ofertório do próximo domingo, 4 de Julho, seja enviado para o Óbulo de São Pedro, através da Cúria Arquidiocesana.
O padre Fausto de Carvalho é o Vigário Episcopal para Pastoral e explica as razões desta medida de Dom Damião Franklin.
Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos e os novos desafios da imprensa: Que expectativas e saídas?
Está aberta a campanha para a liderança do sindicato dos jornalistas angolanos, uma das mais representativas organizações socioprofissional dos fazedores de jornalismo em Angola.
A tão adiada e ao mesmo tempo esperada, quarta assembleia-geral do sindicato prevista para os dias 13 e 14 deste mês, pode configurar um novo rumo na organização, num momento de grandes desafios para a comunicação social angolana.
Nos termos rigorosos dos estatutos, uma assembleia-geral devia ter lugar há dois anos, tendo em conta que a última aconteceu de 15-17 de Novembro de 2004.
A média estatal, busca sair do “colete-de-forças” em que se vê mergulhada, para se afirmar cada vez mais publica, apesar das resistências
A imprensa privada que ainda vai resistindo, procura sair do foco em que se encontro, do aperto financeiro, da falta de publicidade e dos ditames dos endinheirados patrões que num ápice ergueram barricadas de controlo dos conteúdos, especialmente aqueles críticos da situação e dos seus agentes directos ou indirectos.
Há agora, de facto, o risco do desemprego para os colegas que não aceitarem a linha editorial dos novos patrões que compram os semanários.
A preocupação quanto a sobrevivência de alguns órgãos é tanta, que confrades brasileiros lançaram recados a navegação sobre a necessidade de haver liberdade de imprensa, pouca pressão entre outros assuntos.
Na busca de temas relevantes para a discussão, para alem da questão da eleição de um novo corpo directivo, sabemos que a Comissão Deontológica entendeu submeter à deliberação do fórum magno um conjunto de assuntos: a polémica das entrevistas imaginárias (entre a factualidade e a criatividade); a noção da confraternidade; a questão dos ‘comités de especialidade’; o vírus da promiscuidade; o poder do Conselho nacional da comunicação social.
Salta a vista que o sindicalismo angolano, na sua generalidade, parece sofrer da apatia, o que não deixa de afectar os jornalistas. Seria uma falta impressão?
Quanto ao congresso propriamente dito, este é maçado por muita expectativas. Em que pé está a preparação? No plano dos delegados? Da sua acomodação? Do local das reuniões? Da sustentação financeira e outros suportes materiais?
Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos e os novos desafios da imprensa: Que expectativas e saídas?