Viana conta actualmente com uma central térmica, montada com o objectivo de minimizar as carências de energia eléctrica existentes por quase todo o município. Trata-se do primeiro projecto de um total de dois, destinados a reforçar a capacidade de abastecimento deste precioso bem ao município satélite.Viana conta actualmente com uma central térmica, montada com o objectivo de minimizar as carências de energia eléctrica existentes por quase todo o município.
A central encontra-se a efectuar ensaios e tem recebido a visita de alguns governantes. Durante a presença do secretário de estado da energia no local, uma situação que não tem nada a ver com o fornecimento da luz eléctrica, foi manifestada pelos moradores que vivem na área.
O José de Belém e a preocupação de quem vive próximo a central térmica de Viana. Conforme ouvimos do engenheiro responsável pelo projecto e do secretário de estado da energia, as radiações emitidas pela turbina da central não perigam a vida dos moradores.
A esperar que esta resposta traga tranquilidade e bem-estar à referida comunidade.
No bairro golfe, junto ao avô kumbi, numa rua de acesso ao palanca, existe uma serralharia que tem tirado o sono dos vizinhos devido ao barulho ensurdecedor das máquinas.
Depois de abordado pela Esperança Gaspar, o proprietário disse que não corresponde a verdade, uma vez que a oficina tem sido a fonte de sustento para muita gente.
Já no local, a nossa colega confrontou-se com um outro problema... não há esgotos na referida rua, embora tenha sofrido obras de restauro num passado recente.
Com as chuvas que se abateram nas últimas horas sobre a cidade capital, a situação se tornou mais caótica. Ela está completamente intransitável. Cidadãos lançam um apelo às instituições.
Já a seguir a Esperança Gaspar narrando tudo na rubrica o ouvinte tem a solução.
Vamos então iniciar o balanço ao nosso programa, recordando as matérias emitidas em 2009 e que merecem destaque nesta edição.
Na edição de 2009, o 100 Dúvidas tratou de várias denúncias e procurou ouvir junto dos cidadãos várias sugestões para os mais variados problemas apresentados.
Uma das rubricas que muito falou sobre sugestões é "O OUVINTE TEM A SOLUÇÃO" que usualmente foi conduzida pela Esperança Gaspar.
Para além da rubrica anunciada, a Esperança faz um rescaldo de algumas matérias abordadas.
Manuel Sebastião sai a público e pede desculpas pelo número falso divulgado recentemente para denúncias sobre poluição sonora no município do Rangel.
Recordamos-lhe que a matéria sobre o engano no número de telefone, foi divulgada numa das edições do 100 Dúvidas.
O Director provincial da cultura de Luanda Manuel Sebastião fez a correcção de um dos números que havia sido anunciar para funcionar pelo SOS poluição sonora, como forma de prevenir os excessos que se verificam na utilização do som em locais públicos e não só.
Em causa está o som elevado da música que é tocada naqueles recintos até altas horas da noite.
Parece no entanto que a agonia dos moradores do Rangel vai continuar, porque notamos inclusive que os números de telefone da brigada municipal SOS poluição sonora, não funciona.
Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos e os novos desafios da imprensa: Que expectativas e saídas?
Está aberta a campanha para a liderança do sindicato dos jornalistas angolanos, uma das mais representativas organizações socioprofissional dos fazedores de jornalismo em Angola.
A tão adiada e ao mesmo tempo esperada, quarta assembleia-geral do sindicato prevista para os dias 13 e 14 deste mês, pode configurar um novo rumo na organização, num momento de grandes desafios para a comunicação social angolana.
Nos termos rigorosos dos estatutos, uma assembleia-geral devia ter lugar há dois anos, tendo em conta que a última aconteceu de 15-17 de Novembro de 2004.
A média estatal, busca sair do “colete-de-forças” em que se vê mergulhada, para se afirmar cada vez mais publica, apesar das resistências
A imprensa privada que ainda vai resistindo, procura sair do foco em que se encontro, do aperto financeiro, da falta de publicidade e dos ditames dos endinheirados patrões que num ápice ergueram barricadas de controlo dos conteúdos, especialmente aqueles críticos da situação e dos seus agentes directos ou indirectos.
Há agora, de facto, o risco do desemprego para os colegas que não aceitarem a linha editorial dos novos patrões que compram os semanários.
A preocupação quanto a sobrevivência de alguns órgãos é tanta, que confrades brasileiros lançaram recados a navegação sobre a necessidade de haver liberdade de imprensa, pouca pressão entre outros assuntos.
Na busca de temas relevantes para a discussão, para alem da questão da eleição de um novo corpo directivo, sabemos que a Comissão Deontológica entendeu submeter à deliberação do fórum magno um conjunto de assuntos: a polémica das entrevistas imaginárias (entre a factualidade e a criatividade); a noção da confraternidade; a questão dos ‘comités de especialidade’; o vírus da promiscuidade; o poder do Conselho nacional da comunicação social.
Salta a vista que o sindicalismo angolano, na sua generalidade, parece sofrer da apatia, o que não deixa de afectar os jornalistas. Seria uma falta impressão?
Quanto ao congresso propriamente dito, este é maçado por muita expectativas. Em que pé está a preparação? No plano dos delegados? Da sua acomodação? Do local das reuniões? Da sustentação financeira e outros suportes materiais?
Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos e os novos desafios da imprensa: Que expectativas e saídas?