O Almirante Rosa Coutinho, um dos militares do Movimento das Forças Armadas que planeou e participou na revolução de Abril de 1974.
O Almirante Rosa Coutinho, um dos militares do Movimento das Forças Armadas que planeou e participou na revolução de Abril de 1974.
Primeiro-ministro conservador David Cameron começa a implementar medidas para reduzir o buraco das contas públicas.
O novo Governo britânico anunciou hoje um corte de 5% nos salários de todos os ministros.
A medida foi comunicada pelo gabinete do Primeiro-ministro David Cameron, no final da primeira reunião do executivo conservador e liberal democrata.
O objectivo desta e de outras medidas é reduzir o défice orçamental britânico, que no ano passado ultrapassou os 11%.
Esta é uma das principais metas do Governo de coligação resultante das eleições de dia 6, que também já se comprometeu em cortar em despesas não essenciais do Estado.
No primeiro discurso que fez na qualidade de Primeiro-ministro, David Cameron avisou que não tem pela frente um trabalho fácil, bem pelo contrário.
O Governo de coligação, o primeiro desde 1945, vai ter de tomar fortes medidas de contenção para acalmar os mercados financeiros.
Mesmo assim, Cameron diz-se confiante dizendo que o futuro Executivo será forte e providenciará a estabilidade de que o país necessita.
Os conservadores põem assim fim a 13 anos de governação trabalhista.
Eleições no Reino Unido. Para que um partido possa formar governo sozinho, é necessário que tenha pelo menos 326 dos 650 lugares da câmara dos comuns.
Os últimos resultados, ainda que parciais, apontam para um parlamento enforcado".
Ou seja, uma situação em que nenhum dos partidos tem maioria absoluta, coisa que não acontece há mais de 30 anos.
A reportagem de Erika de Sá da DW.
Tratado de Lisboa deve melhorar o processo de concessão de vistos aos cidadãos estrangeiros, defende o Chefe da delegação da Comissão Europeia em Angola.
João Gabriel Ferreira faz saber que o Tratado de Lisboa que entrou em vigor a 1 de Dezembro de 2009 alterou muitos dos aspectos normativos da política europeia, entre os quais a política de concessão de vistos aos estrangeiros.
O Embaixador da União Europeia em Angola, João Gabriel Ferreira, quando falava em exclusivo a ECCLESIA sobre o Tratado de Lisboa.
Conservadores vencem eleições na Grã-Bretanha. Trabalhistas derrotados buscam coligação. A apuração oficial das eleições gerais desta quinta-feira no Reino Unido confirmou que não haverá nenhuma força política com maioria absoluta no Parlamento, algo que não ocorre desde 1974.
Faltando conhecer o resultado em 33 das 650 circunscrições do país, o Partido Conservador, de David Cameron, tem 291 cadeiras, o que matematicamente já lhe impede de alcançar as 326 necessárias para formar Governo sozinho.
O Partido Trabalhista, do primeiro-ministro Gordon Brown, tem 247 deputados e o Partido Liberal-Democrata, de Nick Clegg, 51. As outras legendas, principalmente os unionistas norte-irlandeses e nacionalistas escoceses e galeses, dividem outras 27 cadeiras.
Até agora, os tories obtiveram 10,1 milhões de votos (36,1%), os trabalhistas 8,2 milhões (29,2%) e os liberal-democratas 6,4 milhões (22,9%).
À espera da divulgação do resultado nos 33 distritos pendentes, os conservadores terão que buscar apoio para ter uma maioria parlamentar suficiente que permita a formação do novo governo.
O Parlamento sem maioria absoluta também pode abrir a porta a uma coalizão entre trabalhistas e liberal-democratas, cujos líderes anunciaram que comparecerão publicamente ao longo da manhã para explicar as estratégias.
O Reino Unido vai às urnas na próxima quinta-feira, dia 6 de Maio para eleger o próximo governo. A corrida às eleições britânicas continua renhida à medida que a campanha eleitoral chega ao fim.
As últimas sondagens sugerem que nenhum partido vai alcançar a maioria absoluta.
Ana Silva da DW tráz-nos os promenores destas eleições.
Depois do acidente aéreo que matou 96 pessoas, incluindo o presidente polonês Lech Kaczynski e várias autoridades polonesas, a Polónia prepara-se para enterrar seus mortos.
Prevê-se uma cerimônia nacional para o próximo sábado (17/04). O casal presidencial deverá ser sepultado em Cracóvia no Domingo (18/04).
E se espera o anúncio pelo presidente interino Bronislaw KOmorowski, da data antecipada de eleições para definir um novo líder para o país.
António Rocha cencedeu-nos esta materia.
Precisamente a 20 anos que o símbolo da divisão da Alemanha e da guerra fria caiu quando na noite de 9 de Novembro de 1989 uma multidão de pessoas da parte leste da cidade avançou rumo aos postos fronteiriços que separavam os habitantes da zona leste de Berlim da liberdade vivida a ocidente.
Hoje, no ato comemorativo discursam os presidentes de França e Rússia, Nicola Sarkozy e Dmitri Medvedev, e o primeiro-ministro do reino unido, Gordon Brown.
O prefeito de Berlim, explicou que o presidente dos estados unidos, Barack Obama, não estará nos eventos por problemas de agenda, mas que envia a secretária de estado, Hillary Clinton.
O presidente da comissão europeia (órgão executivo da UE), José Manuel Durão Barroso, o ex-líder soviético Mikhail Gorbachev e o prémio Nobel da Paz Mohammed Yunus também participarão do evento.