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Prémio Maboque de Jornalismo 2010

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ze_rodriguesDirector de informação da LAC e apresentador do programa café da manhã, José Rodrigues vence prémio Maboque de Jornalismo 2010, no valor de cem mil dólares norte americano.

Prémio Maboque de Jornalismo

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maboqueAcompanhe os melhores momentos do prémio Maboque de Jornalismo aqui na emissora católica de Angola

MPLA acusa UNITA de instigar população para desobediência civil.

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mplaO partido no poder em Angola, MPLA, apelou terça-feira, em Luanda, aos seus militantes e à população em geral para manter a calma face "ao incitamento à desobediência civil" por parte do principal partido da oposição, UNITA.

Falando durante uma conferência de imprensa, o secretário do MPLA para a Informação, Rui Falcão, acusou que "desde segunda - feira, a RÁDIO DESPERTAR, afecta ao partido UNITA, tem vindo a fazer apelos sucessivos à desobediência civil".

O galo negro já reagiu a esta investida do MPLA.

despertGalo negro reage e diz que há muito há uma sistemática campanha contra o partido.

Segundo Angop o Ministério da Comunicação Social (MCS) repudiou hoje a postura da Rádio Despertar, que nos seus conteúdos informativos incita a população a rebelar-se contra as instituições legalmente constituídas e democraticamente eleitas.

Num comunicado distribuído em Luanda, o MCS considera que esta postura viola os princípios constitucionalmente consagrados sobre o exercício da liberdade de imprensa, pondo em causa o processo de reconciliação nacional, a consolidação da paz e da estabilidade social que os angolanos perseguem.

Preocupado com a política editorial adoptada por aquela rádio, o MCS insta o Conselho Nacional de Comunicação Social e demais instituições encarregues de velar pela garantia do exercício da liberdade de imprensa "a agirem em conformidade, não descartando a possibilidade do recurso às instâncias judiciais do país".

O Ministério da Comunicação Social conclui o comunicado exortando "os órgãos de Comunicação Social a prestarem um serviço de interesse público no quadro da responsabilidade social e das regras ético-deontológicas, contribuindo para a consolidação da democracia e reforço da unidade e identidade nacionais".

Yola Araújo apresenta "Em nome do amor"

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yolaA cantora angolana Yola Araújo apresentou este domingo do seu último trabalho discográfico, intitulado "Em nome do Amor", no Parque da Independência, em Luanda.

Com 14 temas, o disco foi gravado em Luanda, Portugal, Holanda e França, trazendo a público o kizomba, o semba, e o R&B.

Em declarações a Rádio Ecclesia Yola disse sentir-se satisfeita pela quantidade dos fãs que ocorreram ao local e disse por outro lado tratar-se de um disco que serve para reforçar o seu espaço no mercado fonográfico nacional.

"É um disco com vários ritmos e várias tendências, feito para agradar os fãs de várias idades e gostos musicais. É um disco trabalhado a pensar no que já conquistei e no que posso conquistar.

A intenção é sempre colocar no mercado algo diferente", reforçou.

De acordo com a cantora "Em nome do amor",  conta com as participações, em termos de produção, composição de letras e voz, de Danny L, Walter Ananás, Matias Damásio, Anselmo Ralph, Paulo Matomina, William Araújo, Punidor, Nelson Freitas e Suzana Lubrano, sendo que esta última emprestou a sua voz no coro das músicas, assim como Djamila Delves, Roger, Zizy, Caxuxa, e Caroline.

"Em nome do Amor" conta com duetos de Yola Araújo com Jacob Desvarieux, guitarrista, produtor e fundador da banda Kassav, e com os angolanos Kadhaf, do trio Kalibrados, e Paul G.

A produção musical esteve a cargo de Caló Pascoal, Aires, Geovany, Ali Angel, Cherry Charbonnnier, Nelson Freitas, Loony Johnson, Dji Tafinha e M&N.

Numa primeira fase, a artista e a LS-Produções colocam no mercado 20 mil cópias do "Em nome do amor" editadas em França.

Natural da Lunda Sul, Yola Araújo começou a sua carreira em 1997, quando fazia coros para outros artistas, actividade que lhe deu a oportunidade de entrar no meio musical.

Em 1999 integrou, juntamente com Margareth do Rosário e Djamila D'elves, o grupo Melomanias, um projecto do produtor Beto Max.

O seu primeiro álbum a solo, intitulado "Sensual", editado pela GIVA Produções, dos cabo-verdianos Gil e Vado Semedo, saiu a público em 2000.

Com o segundo trabalho discográfico "Um Pouco Diferente", lançado em 2004, Yola Araújo arrebatou um disco de prata, pela venda de 50 mil cópias, dentro e fora de Angola. O disco foi, na altura, um dos mais ouvidos pelo público jovem e um dos mais tocados nas casas nocturnas, e teve produção musical de Heavy C e Johnny Ramos, e as participações de Ali Angel e Os Quatro.

Em 2006 publicou o terceiro disco, "Diferente e Mais um Pouco", que contou uma vez mais com as participações de Heavy C e Johnny Ramos, e as produções de Johnny Fonseca, Grace Évora, Nelson Freitas, Jerry Charbonnier e Gregório Custos.

"I Just Wanna I Love You", "Amizade", "Luanda Serena", "Deixa Estar", "Não Acredito","Só Pra Mim", "Quadradinha", "Panca", "Não Me Importa" e "Estragaste" são, entre outros, os sucessos mais conhecidos da ex-companheira de palco de Margareth do Rosário e Djamila Delves.

Angola e Guiné-Bissau analisam parcerias

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ang-guineO chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), Francisco Pereira Furtado, destacou hoje, terça-feira, em Luanda, a experiência política de Angola em oito anos de paz, relativamente à aprovação da Constituição e a formação do novo Executivo.

Francisco Pereira Furtado que discursava na abertura das conversações oficiais entre as Forças Armadas Angolanas (FAA) e as Forças Armadas da República da Guiné Bissau, frisou que durante os oito anos de paz, o governo angolano tem implementado esforços em prol do bem-estar do povo angolano, bem como a qualidade de vida. Asseverou que o Executivo angolano liderado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, dedica-se à realização de inúmeras actividades, que visam a reconstrução do país e o seu desenvolvimento económico e social, bem como a estabilidade política.

"A recente aprovação da Constituição da República de Angola, promulgada a 5 de Fevereiro de 2010, instituiu o sistema presidencialista em substituição do anterior sistema semi-presidencialista", explicou. Relativamente às actividades levadas a cabo pelo Executivo angolano, afirmou que as mesmas estão direccionadas essencialmente para a reconstrução e construção nacional, inserção dos ex-militares na sociedade civil, bem como o realojamento das populações deslocadas das suas áreas de origem.   Destacou, de igual modo, a reparação e construção das vias rodoviárias e ferroviárias, o alargamento da rede escolar e cobertura sanitária do país, bem como o desenvolvimento da cultura, desporto, e outras actividades.

O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas da Guiné Bissau, Tenente-General António Indjai, chegou no dia 4 de Setembro na capital do país, onde vai cumprir uma visita de cinco dias, com vista ao reforço da cooperação no ramo militar, principalmente nos sectores da defesa e segurança que serão reformados. Durante a sua visita de cinco dias ao país, António Indjai e sua comitiva vão manter encontros com altas patentes do Estado-Maior das Forças Armadas Angolanas (FAA), responsáveis do Ministério da Defesa, assim como estão previstas visitas a algumas unidades e escolas militares. A República de Angola e a Guiné Bissau desenvolvem "excelentes" relações de cooperação, quer no quadro bilateral, quer no âmbito da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e do grupo de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), sendo as áreas de acção a política, diplomacia, defesa e segurança, educação, saúde e transportes.

EnjaiDe recordar que  Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau, general António Indjai, está em Luanda, para uma visita de seis dias que tem como objectivo o reforço das relações com as Forças Armadas angolanas.

Esta manhã Indjai esteve no ministério da defesa nacional onde se reuniu com o ministro Cândido Van-Dúnem. Os dois dirigentes abordaram a cooperação entre Angola e Guiné-bissau.

No entanto, uma fonte do Estado-Maior das Forças Armadas da Guiné-Bissau disse à Lusa que o general António Indjai veio a Luanda para discutir com o seu homólogo angolano, General Francisco Furtado, de que forma Angola poderá ajudar "com coisas concretas" a reforma das Forças Armadas guineenses.

Esta deslocação a Angola, país que tem a presidência da CPLP, decorre numa altura em que se discute o envio de uma força de estabilização para a Guiné-Bissau.

O Ministro de Estado, Carlos Feijó, disse que a vinda do Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau ao nosso país, Tenente- General António Indjai, enquadra-se num plano de acção elaborado pela Guiné-bissau e a CEDAO para a pacificação daquele país.

Ministro de Estado da Casa Civil da Presidência da República, Carlos Feijó referindo-se a visita do Tenente- General António Indjai ao nosso país.

A visita de cinco dias, visa o reforço da cooperação no ramo militar, principalmente nos sectores da defesa e segurança que serão reformados.

De acordo com o alto oficial, em declarações a imprensa a referida cooperação bilateral será levada a cabo no âmbito da reforma e renovação que as forças armadas bissau-guineense vão implementar.

A respeito, o Chefe do Estado Maior das Forças Armadas da Guiné-Bissau, que encabeça uma delegação, disse que deslocou-se a Angola em busca de apoio, para se implementar alguns projectos na área da formação de quadros para que os dois referidos sectores sejam melhorados em prol da consolidação da paz naquele país africano.

Executivo paga cerca de 60% da dívida pública

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carlos_feijoO Executivo angolano pagou já cerca de 60 porcento da dívida pública que se comprometeu liquidar durante os últimos três meses.

A garantia foi dada hoje, sexta-feira, pelo ministro de Estado e Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Carlos Feijó, na conferência de imprensa destinada a proceder ao balanço da acção do Executivo no último trimestre.

Esta cifra, que diminuiu a situação de pressão sobre o Governo em relação à dívida pública, segundo o ministro, foi alcançada graças à reorientação dos moldes de pagamento em relação ao previsto.

Neste domínio, Carlos Feijó informou que ainda há cerca de 900 milhões de dólares por pagar a algumas empresas, um atraso que corre por conta e risco dos credores, aos quais foram detectadas irregularidades procedimentais.

Segundo o governante, durante o processo foram detectadas empresas sem cadastramento ou que possuíam mais de um registo de contribuinte.

Com estas, referiu, será feito um trabalho directo para corrigir as deficiências.
"Em termos de pagamento de dívidas podemos dizer que cumprimos com os nossos objectivos pois, pelos sinais que temos, a situação de pressão iminuiu", assegurou.

Em função do programa do Governo e do que ficou acordado com os credores, aferiu que o executivo pagou a totalidade da dívida às empresas cujo valor cifrava-se até 30 milhões de dólares, entre 30 milhões até 75 milhões fixou-se um valor com cada um dos credores, e acima de 75 milhões dólares recebeu 40 porcento da mesma.

Quanto às finanças públicas, Carlos Feijó assegurou que durante os últimos meses registou-se algum progresso em matéria organizacional, procedimental e regulamentar, sobretudo nos domínios das despesas, tecnologia de informação e pagamentos.

Embora ainda não se tenham atingido os níveis pretendidos, regozijou-se com o facto de terem sido suprimidas as deficiências e desvios quanto às boas práticas em termos do exercício das finanças públicas.

Na conferência de imprensa participaram também os ministros de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República e da Coordenação  Económica, respectivamente, Helder Vieira Dias "Kopelipa" e Manuel Nunes Júnior, o titilar da pasta das Finanças, Carlos Alberto Lopes, bem como o governador do Banco Nacional de Angola, Abraão Gourgel.

P.N e bancos comerciais definem formas para conter roubos

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logoPara prevenir a onda de roubos em bancos em Luanda, o Comando Provincial de Luanda da Policia Nacional promoveu nesta terça - feira um encontro com os representantes de bancos que operam em Luanda.

O aperfeiçoamento das medidas de segurança nas agências bancárias, designadamente a qualidade de serviços prestados pelas empresas de segurança privada, o perfil e os procedimentos de actuação dos agentes de segurança privada, o perfil ideal para funcionários bancários, são alguns dos temas que dominaram o encontro.

Por outro lado, o Comando Provincial agendou para os próximos dias mais um encontro com os responsáveis das empresas de segurança privada para abordar a questão da necessidade de melhoria da qualidade dos serviços desenvolvidos, particularmente a segurança e protecção de bancos.

O encontro com os responsáveis dos bancos que decorreu nesta terça feira em Luanda foi dirigindo por Joaquim Ribeiro Comandante Provincial de Luanda da Policia Nacional.

 

 

Seca e fome atinge províncias do Bengo, Zaire e Cunene

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secaSeca e chuvas torrenciais provocam fome em pelo menos três províncias de Angola: Bengo, Zaire e Cunene.

Mais de 8 mil pessoas estão a passar fome na comuna de Kikabo, devido à seca que assola a província do Bengo, no nordeste de Angola, vizinha da província de Luanda.

O governo provincial, dirigido pelo antigo Ministro das Relações Exteriores, João Bernardo Miranda, pede ajuda de urgência.

Também na província do Zaire, a norte de Angola, milhares de pessoas estão a abandonar as suas localidades devido à seca e escassez de água, registada desde o inicio da época do "cacimbo" ou estação seca.

Já no sul do país, na província de Cunene, a fome é provocada pelas chuvas torrenciais e inundações, que se têm abatido sobre a região, destruindo as culturas.

Este é o terceiro ano consecutivo, em que a província do Cunene, (situada perto do deserto do Namibe e da fronteira com a Namíbia) regista chuvas torrenciais.

No ano passado, a chuva causou a morte de pelo menos 20 pessoas, destruiu 106 escolas e deixou 22 mil pessoas desalojadas.

Litro de gasolina passa a custar 60 kwanzas

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bombasO litro de gasolina passa a custar, a partir desta quarta-feira, 60 kwanzas, e o de gasóleo 40, anunciou ontem a Sonangol, em cumprimento do calendário pré estabelecido de ajuste dos preços de venda de derivados do petróleo.

Num comunicado distribuído ontem, a Sonangol esclarece que o ajustamento não abrange o petróleo iluminante, o gás de cozinha e outros derivados.

O Ministério da Coordenação Económica refere, num outro comunicado, distribuído também ontem, que o ajustamento dos preços da gasolina e do gasóleo decorre da deliberação da Assembleia Nacional, que no Orçamento Geral do Estado Revisto para o ano de 2010 aprovou a redução, em 20 por cento, numa base anual, dos subsídios ao consumo dos dois produtos.

O documento afirma que o peso dos subsídios aos combustíveis constitui presentemente uma despesa muito pesada para o Erário Público, representando uma média anual de cerca de 440 mil milhões de kwanzas, aproximadamente seis por cento do Produto Interno Bruto do país.

Com a redução dos subsídios a estes dois produtos, acrescenta, o Tesouro Nacional obterá poupanças que serão canalizadas para sectores de grande impacto social e que contribuem, de modo significativo, para uma distribuição mais justa e equilibrada do Rendimento Nacional.

Como resultado, sublinha, haverá um aumento dos investimentos nos sectores da Educação e Saúde, saneamento básico e outros que têm ligação directa com o aumento da qualidade de vida da população.

O Ministério da Coordenação Económica refere ainda que com esta medida e outras que estão a ser equacionadas a nível da política de rendimentos da população, o Executivo está consciente de que "este é o caminho certo para garantir maior justiça social e também o aumento do bem-estar e da qualidade de vida de toda a sociedade".

Ao comentar a medida, o director nacional do Gabinete de Acompanhamento da Gestão Macroeconómica do Ministério da Coordenação Económica, Carlos Aires da Fonseca Panzo, afirmou que a medida vai ter algum impacto sobre a inflação, mas que acontece apenas nos primeiros momentos, esgotando-se ao longo do tempo.

O ajustamento, disse, vai ter um impacto sobre o envelope de despesas com subsídios do Governo, numa óptica anual. "De Setembro a Setembro de 2011, o impacto de redução no envelope de despesas com subsídio de cerca de 20 por cento. Se olharmos numa óptica de 2010 vamos verificar uma redução de oito por cento", disse.

Comentando as vantagens da eliminação dos subsídios, disse que estes têm a característica de serem distribuídos por todos, sem ter em conta os rendimentos dos destinatários.
Explicou que o objectivo do Governo é continuar a levar a cabo iniciativas de promoção do bem-estar da população através de investimentos sociais na Educação e na Saúde. "O que vai acontecer é o Governo passar a dispor de mais para continuar a fazer todas estas iniciativas que são dirigidas para aquelas camadas mais carenciadas". Este ajustamento já se impunha desde 2005, com a aprovação do programa de reajustamento dos combustíveis, que foi congelado desde então e até agora.

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