Grandes filas nas paragens dos autocarros, ruas desimpedidas, ausência de violência e pouca polícia na rua caracterizam hoje a capital moçambicana, palco de violentos confrontos nos últimos dois dias.Mundo
Vida retoma normalidade em Maputo
Grandes filas nas paragens dos autocarros, ruas desimpedidas, ausência de violência e pouca polícia na rua caracterizam hoje a capital moçambicana, palco de violentos confrontos nos últimos dois dias."É hora de virar a página", diz Obama sobre guerra do Iraque
Em discurso sobre fim de operações de combate das forças americanas, Obama disse que principal missão é restaurar economia dos EUA.
SADC moeda comum principal meta até 2018
A criação da união aduaneira, este ano, da monetária até 2016 e a adopção de uma moeda comum até 2018 são as principais metas da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) a curto, médio e longo prazo.O diplomata, que dissertava na palestra sobre "Integração Económica Regional" em alusão ao 30º aniversário da SADC, assinalado a 17 do corrente mês, referiu que a união monetária e a adopção de uma moeda comum são aspectos fundamentais para tornar cada vez mais forte e integral a comunidade. Afirmou que a união aduaneira (CU) permitirá aderir a uma tarifa externa comum (TEC), aplicada às importações provenientes de países não membros, a partilha de receitas, bem como a importação e exportação de mercadorias entre os países membros, sem regras de origem. "Com um mercado comum que se projecta para 2015, poder-se-á assistir a livre circulação de capital e de mão-de-obra, além de ajudar na criação de uma política comercial única, de tal forma que a união económica facilitará na adopção de políticas económicas", sublinhou o moçambicano, enaltecendo o contributo de Angola para solidificação do órgão.
Na sua intervenção, Tomáz Augusto Salomão defendeu igualmente a necessidade da assinatura de Acordos de Comércio Preferencial (PTA), para facilitar o acesso preferencial (mas não necessariamente livre) aos mercados dos países envolvidos, assim como a criação de uma Zona de Comércio Livre (ZCL). A Zona de Comércio Livre, explicou o prelector, contribuirá para a eliminação de barreiras tarifárias e não tarifárias, além de impor na observância das regras de origem dos produtos entre os países membros.
Organizada pelo Ministério do Planeamento, através do Secretariado Nacional da SADC, a palestra sobre a Integração Económica Regional contou com a presença do ministro da Indústria, Geologia e Minas, Joaquim David, de responsáveis do Ministério da Energia, deputados e estudantes universitários de relações internacionais.
A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral existe desde 1992. A organização sucede a SADCC (Southern Africa Development Co-ordination Conference ou Conferência para o Desenvolvimento da África Austral), criada em 1980 por nove dos estados membros.
Hoje a SADC engloba 15 países do sul de África. Está sedeada na cidade de Gaborone, Botswana, tendo por objectivo promover o crescimento e desenvolvimento económico da região Austral do continente, aliviar a pobreza, aumentar a qualidade de vida do povo africano e prover auxílio aos mais desfavorecidos por meio de integração regional.
A SADC tem também, dentre outros propósitos, fazer evoluir valores políticos, sistemas e instituições comuns; promover e desenvolver a paz e a segurança; promover o desenvolvimento auto-sustentável por meio da interdependência colectiva dos estados membros e da auto-confiabilidade.
CNE homenageia Michael Jackson em 29/08/10
Para comemorar o aniversário do "Rei do Pop" em 29 de agosto, a CNE está preparando uma homenagem especial ao Michael Jackson, que morreu subitamente no ano passado, 2009.Debate Ecclésia: SADC trinta anos depois
Este foi o tema em debate na emissora Católica de Angola.
Angola assume pressão regional para acabar com sanções internacionais contra o Zimbabwe
Angola assume a liderança de uma iniciativa regional que visa forçar a retirada das sanções do ocidente contra o Zimbabwe.SADC termina cimeira com declaração de Windhoek
Os trabalhos da 30ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) terminam hoje, terça-feira, com a adopção da "Declaração de Windhoek" e as festividades dos 30 anos da fundação da organização.
No primeiro dia, segunda-feira, a Namíbia assumiu a presidência da organização, e horas depois Angola foi eleita para a vice-presidência.
O secretário de Estado Para as Relações Exteriores, Georges Chicoty, informou que foi decidido a realização da próxima cimeira da organização regional em 2011, em Angola.
Foram ainda discutidas, no primeiro dia, questões orçamentais e os problemas políticos devido a situação em Madagáscar e no Zimbabué.
Quanto a Madagáscar, os Chefes de Estados e de Governo decidiram criar um escritório de representação, para proceder melhor acompanhamento da situação naquele país do Índico.
Disse que as discussões à volta de Zimbabué apontam para adopção de uma resolução para engajar a comunidade internacional no sentido para levantar as sanções impostas a este país.
Consideram que já não se justiçam porque existe agora no Zimbabué tem um governo inclusivo, e a sanções têm um impacto negativo para o Zimbabué, que também afecta os países vizinhos e as populações.
Informou que foram igualmente discutidas questões ligadas à integração regional.
"Estados como Moçambique, Angola e África do Sul consideram que 30 anos da SADC deviam justificar uma cimeira ou reunião de balanço, para se fazer uma avaliação dos passos para integração regional.
O Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, está a ser representado na Cimeira da SADC, pelo vice-presidente da República, Fernando da Piedade Dias dos Santos.
A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) apresenta as conclusões de relatórios sobre recursos naturais, alimentação e agricultura e o curso do rio Zambeze que foram debatidos à porta fechada durante a cimeira da organização em Windhoek, Namíbia.E os ricos nos EUA
Os norte-americanos mais ricos vão passar a pagar mais impostos a partir do próximo ano, vendo os benefícios fiscais concedidos pelo antigo Presidente George W. Bush revogados pelo Governo de Barack Obama.Página 1 de 30




