Você está aqui Mundo

Mundo

Vida retoma normalidade em Maputo

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
maputoGrandes filas nas paragens dos autocarros, ruas desimpedidas, ausência de violência e pouca polícia na rua caracterizam hoje a capital moçambicana, palco de violentos confrontos nos últimos dois dias.

Os militares, que na quinta-feira estavam em peso nas ruas, hoje não são visíveis.

Também a presença da polícia é pouco visível e não há estradas bloqueadas, apesar de ainda na quinta-feira muitas estarem obstruídas com pneus, viaturas e contentores de lixo.

Em linha temos, a editora chefe do Jornal moçambicano " O Pais" e apresentadora da TV privada " S" em Maputo.

"É hora de virar a página", diz Obama sobre guerra do Iraque

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
obama_1Em discurso sobre fim de operações de combate das forças americanas, Obama disse que principal missão é restaurar economia dos EUA.

No esperado discurso que marca oficialmente o fim da missão de combate das forças americanas no Iraque, o presidente americano, Barack Obama, disse na noite desta terça-feira que é hora de virar a página da história da guerra de mais de sete anos e olhar para frente.

"Nós persistimos por causa de uma crença que dividimos com o povo iraquiano - uma crença de que, além das cinzas da guerra, um novo começo poderia nascer neste berço de civilização. Por este capítulo memorável na história dos Estados Unidos e do Iraque, reunimos nossa responsabilidade. Agora é hora de virar a página", declarou.

Obama ressaltou ainda que acabar com o confronto - iniciado por seu antecessor George W. Bush, em 2003, quando incluiu o Iraque no "Eixo do mal" -  não era de interesse apenas dos iraquianos mais também dos próprios americanos.

"Os Estados Unidos pagaram um preço alto para colocar o futuro do Iraque nas mãos de seu povo. Nós enviamos nossos homens e mulheres jovens para fazer sacrifícios enormes no Iraque, e gastamos vastos recursos externamente, em uma época de orçamento apertado dentro de casa". Na guerra, os EUA gastaram quase US$ 1 trilhão, além de mais de 4,4 mil soldados americanos e ao menos 100 mil civis terem morrido desde 2003.

Obama no discurso em que anunciou fim das operações de combate no Iraque

"Em cada etapa, homens e mulheres americanos em uniforme serviram com coragem e determinação. Como comandante-chefe, estou orgulhoso pelo seu serviço. Como todos os americanos, estou maravilhado pelo seu sacrifício, e pelo sacrifício de suas famílias", disse o presidente

Em seu discurso de cerca de 20 minutos ainda, o presidente americano citou recentes operações que sinalizavam o fim das operações de combate no Iraque e lembrou que dar fim à guerra era uma de suas principais promessas de campanha, antes de ter sido eleito no fim de 2008.

"Anunciei um plano que levaria nossas brigadas de combate para fora do Iraque, enquanto duplicaríamos nossos esforços para dar solidez às Forças de Segurança do Iraque e apoio a seu governo e povo. É isso o que fizemos. Removemos cerca de 100 mil soldados do Iraque. Fechamos e transferimos centenas de bases para os iraquianos. E retiramos milhões de armamentos do Iraque", lembrou.

"Esta noite, anuncio que a missão de combate americana no Iraque acabou. A Operação Liberdade Iraquiana está terminada, e os iraquianos agora têm responsabilidade por sua segurança e pela segurança de seu país. Essa foi minha promessa ao povo americano como candidato a este posto", enfatizou.

Ao lembrar que conversara com o ex-presidente George W. Bush, horas antes do pronunciamento, Obama evitou tecer duras críticas ao governo antecessor, mas lembrou de seus diferentes pontos de vista sobre a necessidade da invasão americana ao país do Oriente Médio.

"É bem sabido que ele e eu discordamos sobre o início da guerra. Apesar disso, ninguém poderia duvidar do apoio do presidente Bush a nossas tropas, ou do amor dele pelo país e seu comprometimento com nossa segurança. Como eu disse, houve patriotas que apoiaram esta guerra e patriotas que se opuseram a ela", concluiu.

 

 

SADC moeda comum principal meta até 2018

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
SADC_SECA criação da união aduaneira, este ano, da monetária até 2016 e a adopção de uma moeda comum até 2018 são as principais metas da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) a curto, médio e longo prazo.

A informação foi avançada hoje, em Luanda, pelo secretário executivo da organização, Tomáz Augusto Salomão, acrescentando que estes projectos surgem da necessidade de se criar uma base sólida para se continuar a materializar o projecto de integração da comunidade, que congrega 15 países.

O diplomata, que dissertava na palestra sobre "Integração Económica Regional" em alusão ao 30º aniversário da SADC, assinalado a 17 do corrente mês, referiu que a união monetária e a adopção de uma moeda comum são aspectos fundamentais para tornar cada vez mais forte e integral a comunidade. Afirmou que a união aduaneira (CU) permitirá aderir a uma tarifa externa comum (TEC), aplicada às importações provenientes de países não membros, a partilha de receitas, bem como a importação e exportação de mercadorias entre os países membros, sem regras de origem. "Com um mercado comum que se projecta para 2015, poder-se-á assistir a livre circulação de capital e de mão-de-obra, além de ajudar na criação de uma política comercial única, de tal forma que a união económica facilitará na adopção de políticas económicas", sublinhou o moçambicano, enaltecendo o contributo de Angola para solidificação do órgão.

Na sua intervenção, Tomáz Augusto Salomão defendeu igualmente a necessidade da assinatura de Acordos de Comércio Preferencial (PTA), para facilitar o acesso preferencial (mas não necessariamente livre) aos mercados dos países envolvidos, assim como a criação de uma Zona de Comércio Livre (ZCL). A Zona de Comércio Livre, explicou o prelector, contribuirá para a eliminação de barreiras tarifárias e não tarifárias, além de impor na observância das regras de origem dos produtos entre os países membros.

Organizada pelo Ministério do Planeamento, através do Secretariado Nacional da SADC, a palestra sobre a Integração Económica Regional contou com a presença do ministro da Indústria, Geologia e Minas, Joaquim David, de responsáveis do Ministério da Energia, deputados e estudantes universitários de relações internacionais.

A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral existe desde 1992. A organização sucede a SADCC (Southern Africa Development Co-ordination Conference ou Conferência para o Desenvolvimento da África Austral), criada em 1980 por nove dos estados membros.

Hoje a SADC engloba 15 países do sul de África. Está sedeada na cidade de Gaborone, Botswana, tendo por objectivo promover o crescimento e desenvolvimento económico da região Austral do continente, aliviar a pobreza, aumentar a qualidade de vida do povo africano e prover auxílio aos mais desfavorecidos por meio de integração regional.

A SADC tem também, dentre outros propósitos, fazer evoluir valores políticos, sistemas e instituições comuns; promover e desenvolver a paz e a segurança; promover o desenvolvimento auto-sustentável por meio da interdependência colectiva dos estados membros e da auto-confiabilidade.

CNE homenageia Michael Jackson em 29/08/10

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
cnn_mjPara comemorar o aniversário do "Rei do Pop" em 29 de agosto, a CNE está preparando uma homenagem especial ao Michael Jackson, que morreu subitamente no ano passado, 2009.

Esta multi-media espetacular inclui grandes sucessos de Michael Jackson: Billie Jean, Beat It, Thriller, Man In The Mirror e muito mais!

Veja como se desenrola a vida de Michael no palco... os primeiros momentos com seus irmãos a sua ascensão estratosférica para se tornar o maior artista de todos os tempos.


Debate Ecclésia: SADC trinta anos depois

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
SADCEste foi o tema em debate na emissora Católica de Angola.

Os intervenientes ao debate Ecclésia questionam aspectos da integração regional na SADC, trinta anos depois da sua fundação.

O professor Francisco Cruz afirma que, passados trinta anos, a SADC constitui a organização bem sucedida ao nível da região austral do continente;

Francisco Cruz defendeu ainda uma maior coesão dos países membros da SADC.

E outro convidado ao debate informativo, o politico Alcides Sakala falou de alguns problemas que a SADC ainda enfrenta.


Angola assume pressão regional para acabar com sanções internacionais contra o Zimbabwe

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
cimeira_sadecAngola assume a liderança de uma iniciativa regional que visa forçar a retirada das sanções do ocidente contra o Zimbabwe.

O desejo de Luanda foi assumido na recém terminada cimeira de chefes de estado da comunidade de desenvolvimento da África austral, justificada pelo facto do Zimbabwe já ter um governo inclusivo.

Dizer que Harare sofre há alguns anos restrições de movimentos dos seus principais líderes.

SADC termina cimeira com declaração de Windhoek

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
sadc1Os trabalhos da 30ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) terminam hoje, terça-feira, com a adopção da "Declaração de Windhoek" e as festividades dos 30 anos da fundação da organização.

No primeiro dia, segunda-feira, a Namíbia assumiu a presidência da organização, e horas depois Angola foi eleita para a vice-presidência.

O secretário de Estado Para as Relações Exteriores, Georges Chicoty, informou que foi decidido a realização da próxima cimeira da organização regional em 2011, em Angola.

Foram ainda discutidas, no primeiro dia, questões orçamentais e os problemas políticos devido a situação em Madagáscar e no Zimbabué.

Quanto a Madagáscar, os Chefes de Estados e de Governo decidiram criar um escritório de representação, para proceder melhor acompanhamento da situação naquele país do Índico.

Disse que as discussões à volta de Zimbabué apontam para adopção de uma resolução para engajar a comunidade internacional no sentido para levantar as sanções impostas a este país.

Consideram que já não se justiçam porque existe agora no Zimbabué tem um governo inclusivo, e a sanções têm um impacto negativo para o Zimbabué, que também afecta os países vizinhos e as populações.

Informou que foram igualmente discutidas questões ligadas à integração regional.

"Estados como Moçambique, Angola e África do Sul consideram que 30 anos da SADC deviam justificar uma cimeira ou reunião de balanço, para se fazer uma avaliação dos passos para integração regional.

O Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, está a ser representado na Cimeira da SADC, pelo vice-presidente da República, Fernando da Piedade Dias dos Santos.

A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) apresenta as conclusões de relatórios sobre recursos naturais, alimentação e agricultura e o curso do rio Zambeze que foram debatidos à porta fechada durante a cimeira da organização em Windhoek, Namíbia.

A cimeira reuniu chefes de Estado e de governo dos 15 países da SADC, com problemas regionais, como a segurança alimentar, a integração e o Zimbabué.

E os ricos nos EUA

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
dolaresOs norte-americanos mais ricos vão passar a pagar mais impostos a partir do próximo ano, vendo os benefícios fiscais concedidos pelo antigo Presidente George W. Bush revogados pelo Governo de Barack Obama.

O secretário de Estado do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, confirmou recentemente que não vai renovar, no final do ano, os benefícios fiscais concedidos pelo antigo Presidente George W. Bush aos americanos mais ricos, num aumento indireto dos impostos sobre estes.

«Acreditamos que é apropriado deixar expirar os benefícios fiscais para os mais ricos», disse Geithner aos jornalistas, citado pela Lusa, pondo fim à lei criada por George W. Bush que atribuía reduções de impostos e benefícios fiscais aos escalões mais altos de rendimento, na esperança de que o consumo acrescido proporcionado pela redução da tributação fiscal acelerasse a retoma norte-americana.

Deste modo, o responsável do Tesouro aumentará, em 2011, a carga fiscal sobre os americanos mais ricos como parte do esforço para reduzir o défice orçamental dos Estados Unidos.

Em contrapartida, a classe média poderá ter acesso a novos benefícios fiscais para dinamizar a economia, no âmbito de uma provável revisão do código fiscal no próximo ano, confirmado pelo secretário de Estado do Tesouro norte-americano.

Mulher Africana em Festa

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
Africamumu

Página 1 de 30