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Analista Ecclesia defende a regulamentação da pré campanha eleitoral em Angola

Segunda, 10 Julho 2017  vanda de carvalho

Doze mil e 152 assembleias de voto vão funcionar nas eleições gerais do dia 23 de Agosto de 2017, segundo mapeamento definitivo aprovado este domingo, em Luanda, pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE) na sua 15ª Sessão extraordinária.

Para além de assembleias de voto, a CNE aprovou também 25 mil e 475 mesas de votos em todo o país, informou a porta-voz da CNE, Júlia Ferreira.

Falando à imprensa no termo da plenária da CNE,  Júlia Ferreira informou que no âmbito das suas atribuições o seu organismo entregou formalmente o mapeamento definitivo das assembleias e mesas de voto aos mandatários de partidos políticos e a coligação eleitoral, CASA-CE.

Disse ainda que foram também aprovados os critérios para a selecção dos candidatos que vão funcionar no dia de votação nas assembleias e mesas de voto.

Constam como critérios para ser seleccionado, nas zonas urbanas, possuir o décimo segundo ano de escolaridade enquanto para as zonas rurais, o candidato deve ter a 8ª classe e o domínio da língua local.

Para as cidades, o domínio da língua portuguesa escrito e falado e ter trabalhado nas eleições de 2012 são a base para ser escolhido.

Ainda no dia de hoje o órgão gestor do processo eleitoral angolano  aprovou os termos de referência da auditoria  a solução tecnológica, o instrutivo sobre o recrutamento e selecção dos membros das assembleia de voto e  o plano da sua formação.

Participam nas eleições gerais de 23 de Agosto de 2017 cinco partidos políticos, nomeadamente, o MPLA que tem como cabeça de lista e candidato a presidente da república, João Manuel Gonçalves Lourenço; Isaías NGolo Samakuva, da UNITA, Benedito Daniel , do PRS, Lucas Ngonda, da FNLA, Quintino Moreira, do APN e Abel Chivukuvuku, da coligação CASA-CE.

E esta Segunda-feira durante a análise dos jornais o analista Ecclesia Reginaldo Silva defendeu a regulamentação da pré campanha eleitoral.

Escute: Revista Imprensa – Jornalista Reginaldo Silva conversou com o jornalista José de Belém