
A Ecclesia apurou esta manhã, que tal situação terá provocado a retenção dos mesmos por mais de duas horas, e os passageiros consideram uma situação muito triste para o nosso país.
Reagindo às lamentações dos passageiros, o director do aeroporto internacional 4 de Fevereiro Joaquim Cunha, diz que esta situação terá sido provocada por um corte no cabo principal que abastece a área do desembarque, o que terá provocado uma paragem momentânea dos serviços de migração, nas portas de saída e nos tapetes rolantes do aeroporto.

Por sua vez, Simão Milagre porta-voz dos serviços de migração e estrangeiros, diz que esta situação terá sido provocada pelo corte de energia eléctrica na área de desembarque do aeroporto.
Simão Milagre refere que os serviços de migração e estrangeiros do aeroporto não permitem que o desembarque fosse feito sem energia eléctrica, tendo em conta que os seus serviços são, na generalidade, informatizados.